quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Planos de aula e atividades sobre dengue , chikungunya e zika



Projeto contra o Aedes Aegypti: quem é?

Estamos vivendo um momento crítico com a epidemia das doenças provocadas pelo mosquito Aedes Aegypti. Por isso separei alguns materiais que poderão ser usados como fontes de pesquisa para aprender sobre ele.

1) Vídeo-aulas ‘Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor’:
O conjunto de vídeo-aulas ‘Aedes aegypti – Introdução aos Aspectos Científicos do Vetor’ foi pensado para ajudar a rotina de diversos públicos: estudantes, professores, profissionais de comunicação e interessados em conhecer mais um pouco sobre a dengue e seus impactos. Elaborado com base no conhecimento científico dos pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o curso traz, de forma simples e objetiva, conhecimentos científicos que podem de fato ajudar na abordagem do tema e na qualidade das informações que chegam ao público. Saiba mais.

2) RS contra Aedes:
A campanha "RS contra Aedes" conta com site, aplicativo, hashtag e números de telefone e WhatsApp para repassar informações ao maior número de pessoas e facilitar a denúncia de possíveis focos do mosquito. Conheça clicando aqui.



Vamos combater o mosquisto Aedes Aegypti?

Para incentivar as crianças a combater o mosquito Aedes Aegypti, separei alguns desenhos animados:

 

DENGUE

AULA SOBRE DENGUE

DENGUE (RIVED)

DENGUE (SIOUX)


DENGUE / CAMBITO (CERTO OU ERRADO

ATAQUE A DENGUE

DENGUE VILLE - ELIMINE OS FOCOS DA DENGUE

GUERRA CONTRA A DENGUE

DESCUBRA A PALAVRA CORRETA (FORCA DA DENGUE)

MEMÓRIA (TODOS CONTRA A DENGUE)

CRUZADINHA (DENGUE)

CRUZADINHA DENGUE (LUDO EDUCA JOGOS)

CRUZADINHA DENGUE 02 (LUDO EDUCA JOGOS)

RELACIONE (DENGUE)

COMBATA A DENGUE

CONTRA A DENGUE (LUDO EDUCA JOGOS)

SINTOMAS DA DENGUE (FIOCRUZ)


COLORIR (GARRAFAS)

COLORIR (PNEUS, GARRAFAS E VASOS)

MONTE O QUEBRA-CABEÇA (LUDO EDUCA JOGOS)

DESCUBRA A PALAVRA

 

 Entenda a diferença entre dengue, 

chikungunya e zika

 

zika vírus

Embora todos os esforços estejam voltados para o combate ao mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika, com o envolvimento das Forças Armadas e mutirões em todo o País, o sentimento de insegurança motivado pela falta de informação em relação às doenças até pouco tempo desconhecidas como chikungunya e zika, continua atormentando a população brasileira.
A relação do vírus zika com o nascimento de bebês com microcefalia já foi confirmada pelo Ministério da Saúde. Institutos e entidades ligadas à Saúde em todo o mundo estão comprometidos em analisar a doença em busca de novas descobertas sobre o vírus.
Já conversei com amigas que tinham parado de tomar a pílula anticoncepcional para engravidar e que voltaram imediatamente a utilizar o método contraceptivo porque se sentiram vulneráveis. Entendo que este seja mesmo um momento de recuo, de aguardar a descoberta de novas informações.
Evidente que todos dispomos do livre arbítrio para tomar as decisões que julgamos pertinentes, portanto o mais importante é que a mulher que esteja programando a sua gravidez esteja consciente de todos os riscos, afinal está em jogo a saúde da mãe e do filho.
Acompanhe a cartilha do Ministério da Saúde que aponta a diferença entre as doenças transmitidas pelo mesmo mosquito:

Dengue
A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1986. Estima-se que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente no mundo. A infecção por dengue pode ser assintomática, leve ou causar doença grave, levando à morte.
Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele.
Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Na fase febril inicial da doença pode ser difícil diferenciá-la. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosas, entre outros sintomas.
Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde.
Não existe tratamento específico para dengue. O tratamento é feito para aliviar os sintomas Quando aparecer os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde mais próximo, fazer repouso e ingerir bastante líquido. Importante não tomar medicamentos por conta própria.

Chikungunya
A Febre Chikungunya é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No Brasil, a circulação do vírus foi identificada pela primeira vez em 2014. Chikungunya significa “aqueles que se dobram” em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953.
Os principais sintomas são febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Não é possível ter chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. O mosquito adquire o vírus CHIKV ao picar uma pessoa infectada, durante o período em que o vírus está presente no organismo infectado. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas.
Não existe vacina ou tratamento específico para Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia. Recomenda‐se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.

Zika
O Zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti e identificado pela primeira vez no Brasil em abril de 2015. O vírus Zika recebeu a mesma denominação do local de origem de sua identificação em 1947, após detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, em Uganda.
Cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequentes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos.
No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Formas graves e atípicas são raras, mas quando ocorrem podem, excepcionalmente, evoluir para óbito, como identificado no mês de novembro de 2015, pela primeira vez na história. Observe o aparecimento de sinais e sintomas de infecção por vírus Zika e busque um serviço de saúde para atendimento, caso necessário.
O principal modo de transmissão descrito do vírus é pela picada do Aedes aegypti. Outras possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliadas com mais profundidade, com base em estudos científicos. Não há evidências de transmissão do vírus Zika por meio do leite materno, assim como por urina, saliva e sêmen. Conforme estudos aplicados na Polinésia Francesa, não foi identificada a replicação do vírus em amostras do leite, assim como a doença não pode ser classificada como sexualmente transmissível. Também não há descrição de transmissão por saliva.
Não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus Zika. Também não há vacina contra o vírus. O tratamento recomendado para os casos sintomáticos é baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos podem ser considerados.
Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por outros flavivírus. Os casos suspeitos devem ser tratados como dengue, devido à sua maior frequência e gravidade conhecida.
Em todos os casos, a única forma de prevenção é acabar com o mosquito, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos). Os cuidados com as gestantes devem ser redobrados.

Vírus Zika x Microcefalia
Microcefalia é uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, ou seja, igual ou inferior a 32 cm. Essa malformação congênita pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como substâncias químicas e agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.
O Ministério da Saúde confirmou a relação entre o vírus Zika e a microcefalia. O Instituto Evandro Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), encaminhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial.
As investigações sobre o tema, entretanto, continuam em andamento para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análise inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez. O achado reforça o chamado para uma mobilização nacional para conter o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação doença.
Pelo relatado dos casos até o momento, as gestantes cujos bebês desenvolveram a microcefalia tiveram sintomas do vírus Zika no primeiro trimestre da gravidez. No entanto, o cuidado para não entrar em contato com o mosquito Aedes aegypti é para todo o período da gestação.
Após o nascimento do recém-nascido, o primeiro exame físico é rotina nos berçários e deve ser feito em até 24 horas do nascimento. Este período é um dos principais momentos para se realizar busca ativa de possíveis anomalias congênitas. Também é possível diagnosticar a microcefalia no pré-natal. Entretanto, somente o médico que está acompanhando a grávida poderá indicar o método de imagem mais adequado.
Ao nascimento, os bebês com suspeita de microcefalia serão submetidos a exame físico e medição do perímetro cefálico. São considerados microcefálicos os bebês a termo com perímetro cefálico menor de 32 centímetros. Eles serão submetidos a exames neurológicos e de imagem, sendo a Ultrassonografia Transfontanela a primeira opção indicada, e, a tomografia, quando a moleira estiver fechada. Entre os prematuros, são considerados microcefálicos os nascidos com perímetro cefálico menor que dois desvios padrões.
Não há tratamento específico para a microcefalia. Existem ações de suporte que podem auxiliar no desenvolvimento do bebê e da criança, e este acompanhamento é preconizado pelo Sistema Único da Saúde (SUS). Para orientar o atendimento desde o pré-natal até o desenvolvimento da criança com microcefalia, o Ministério da Saúde desenvolveu o Protocolo de Atenção à Saúde e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika. O documento prevê a mobilização de gestores, especialistas e profissionais de saúde para promover a identificação precoce e os cuidados especializados da gestante e do bebê.
O Protocolo define também as diretrizes para a estimulação precoce dos nascidos com microcefalia. Todas as crianças com esta malformação congênita confirmada deverão ser inseridas no Programa de Estimulação Precoce, desde o nascimento até os três anos de idade, período em que o cérebro se desenvolve mais rapidamente.
A estimulação precoce visa à maximização do potencial de cada criança, englobando o crescimento físico e a maturação neurológica, comportamental, cognitiva, social e afetiva, que poderão ser prejudicados pela microcefalia.
Os nascidos com microcefalia receberão a estimulação precoce em serviços de reabilitação distribuídos em todo o país, nos Centros Especializado de Reabilitação (CER), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Ambulatórios de Seguimento de Recém-Nascidos.
O Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos profissionais de saúde e que façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. Também é importante que elas reforcem as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso de repelentes indicados para o período de gestação, uso de roupas de manga comprida e todas as outras medidas para evitar o contato com mosquitos, além de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no trabalho. Independente do destino ou motivo, toda grávida deve consultar o seu médico antes de viajar.

Sugestões de Aulas

Aqui você pode acessar diversas aulas sobre Dengue. Você também pode acessar através do site do Portal do Professor onde encontrará aulas sobre outros temas interessantes.
 
Coleções de aulas
 
Dengue – Essa coleção é composta por 14 aulas e tem por objetivo agrupar conteúdos que tratam da dengue, doença atualmente muito comum em nosso país. A 1ª aula apresenta o transmissor da doença e sua forma de contágio. As aulas 2 a 5 apresentam a doença e suas características, propondo diversas atividades relacionadas ao tema. A 6ª aula da coleção tem por objetivo apresentar os sintomas da doença. As aulas seguintes têm por objetivo ensinar o tratamento, as formas de prevenção da doença e os cuidados necessários para combater principalmente seu transmissor. Várias aulas dessa coleção apresentam uma proposta de trabalho interdisciplinar, envolvendo o português, as ciências naturais e a matemática. A coleção é encerrada com uma aula apresentando outras doenças provenientes de insetos. Vale ressaltar que as aulas se complementam, apresentando atividades variadas, contemplando assim o estudo do tema.
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Educação Infantil
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Ensino Fundamental Inicial
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Ensino Fundamental Final

 

PLANO DE AULA SOBRE A DENGUE

Contexto
Esta atividade envolve a linguagem oral, a leitura e a escrita, dentro da concepção de que letramento é ter acesso aos usos sociais da leitura e da escrita.
Tema: Dengue
Objetivo geral
Desenvolver a linguagem oral, a leitura e a escrita dentro do contexto atual.
Objetivos específicos:
Conhecer as causas e consequências da dengue
Relacionar a dengue com a falta de higiene ambiental;
Despertar a consciência da responsabilidade de cada um no processo de prevenção e combate a dengue;
Promover a mudança de comportamentos da comunidade, levando-a a tomar atitudes concretas no combate a doença.
Público alvo
Esta atividade pode ser desenvolvida na educação infantil ou no ensino fundamental, adequando a discussão e a exploração dos textos ao nível dos alunos.
Tempo previsto
02 meses
Plano de Aula
Atividade 1
Conversar com os alunos sondando o nível de conhecimento dos mesmos sobre a dengue. Listar o que eles sabem e o que gostariam de saber.
Convidar um agente de saúde da comunidade para fazer uma palestra sobre o tema “Dengue! Como evitar?”.
Promover uma discussão sobre o tema. Responsabilidade de todos os segmentos: comunidade, escola, família, governo, etc.
Atividade 2O professor criará uma história em quadrinhos utilizando o HQ ou um editor de textos qualquer. A história gira em torno de um passeio. As pessoas encontram um ambiente limpo e bem cuidado. No final da tarde deixaram o ambiente com um monte de lixo (latinhas, potinhos, embalagens, cascas e resto de frutas).
Após dois meses retornam e encontram o ambiente ainda mais sujo, pois outros visitantes tiveram a mesma postura.
Durante o passeio alguns alunos foram picados pelo mosquito aedes aegypti e algum tempo depois adoecem.
O que fazer? Os alunos, em grupos, concluirão a história.
Atividade 3
Coletar os seguintes dados junto à Secretaria Municipal de Saúde:
Nº de focos da dengue encontrados em 2015 e início de 2016.
Nº de casos suspeitos, de dengue, em 2015 e início de 2016.
Nº de casos confirmados, de dengue, em 2015 e início de 2016.
Atividade 4
Os grupos deverão utilizar uma planilha eletrônica para elaborar uma tabela contendo os dados coletados. Em seguida fazer um gráfico de demonstração do resultado.
Atividade 5
Os grupos deverão elaborar uma escrita espontânea sobre o que aprenderam com a atividade “Dengue! Como evitar?” Nesse caso poderá ser utilizado um editor de textos qualquer. Se a escola tiver condições, poderá imprimir as conclusões e disponibilizar, em um mural ou publicar no site da escola, para socialização das atividades.
Atividade 6Avaliação: Ocorrerá através do confronto dos registros do primeiro item da atividade 01 e toda a atividade 05.
Maria da Conceição Paula, Minas Gerais

Tema: Dengue

  Objetivos:

  • Explorar o tema “Dengue” junto as crianças, através de apresentação teatral, músicas, parlendas e poesias.

  • Conscientizar aos pais através de mensagens/ bilhetes , que serão entregues pelos filhos.
Desenvolvimento
1º Momento: A abertura do projeto.
  •  A abertura do projeto será realizada no pátio, com uma apresentação teatral" o Mosquitão", realizado pelas professoras.

                 
2º Momento: Linguagem Musical e expressão corporal



Cantar:  ATIREI O PAU NA DENGUE   
                              (versão atirei o pau no gato)
ATIREI O PAU NA DENGUE... GUE
MAS A DENGUE...GUE
NÃO MORREU...REU...REU
EU FIQUEI ADMIRADA...DA...DA
QUE MOSQUITO!!!
QUE MOSQUITO INFERNAL!!!
          UAAALL...
                    --------x--------
NÃO ATIRE O PAU NA DENGUE...GUE
PORQUE ISSO..SO...SO
 NÃO  SE FAZ...FAZ...FAZ
PARA ACABAR COM ESSE MOSQUITO...TO...TO
SÓ LIMPANDO...SÓ LIMPANDO O SEU QUINTAL..
      QUINTAAALLL...
  •  Fazer a rodinha cantando e agachando no final da música.
3º Momento: Linguagem plástica
  • Fazer um cartaz contendo o mosquito da dengue;
  • As crianças farão as pintinhas nas asas do mosquito, com pintura a dedo
  • Afixar  o cartaz na sala de aula.
4º Momento: Linguagem áudio visual
               DVD: Xô dengue, dengue xô, xô .
 
5º Momento: Conceitos básicos matemáticos.
  • Grande/pequeno.
  • Maior/menor.
Avaliação: Avaliar através da observação no decorrer das atividades propostas.
Anexos: 

Livrinho Dengue

Este livrinho fala sobre a dengue. Se preferir um outro texto é só apagar  e inserir outro ou criar um novo com seus alunos.






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