terça-feira, 19 de junho de 2012

Ensino religioso

http://www.terra.com.br/turismo/infograficos/locais-sagrados/locais-sagrados-01.htm

Os lugares sagrados mais visitados do mundo

Três dos locais sagrados mais visitados do mundo, que recebem por ano milhões de visitas por sua história e arquitetura.

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Templo Sensoji / Divulgação
A revista Travel + Leisure listou em sua revista de janeiro/2012 os 20 locais sagrados mais visitados do mundo. Segundo a revista, milhões de pessoas viajam pelo mundo para visitar esses locais, em busca de conhecimento cultural ou espiritual.
A forma de escolha usada pela revista foi com dados do governo e dos locais, pois muitos são gratuitos e não tem uma forma de contar seus visitantes. Aqui vamos mostrar 3 desses locais e contar mais sobre sua história e cultura.

Santuário Meiji e Templo Sensoji, Tóquio

Considerado o primeiro lugar pela revista, o Santuário Meiji e Templo Sensoji, em Tóquio, recebe mais de 30 milhões de visitantes por ano. Ele foi construído em 1920 em honra ao Imperador Meiji e à Imperatriz Shoken, após suas mortes. Rodeado por mais de 100 mil árvores e jardins magníficos, o local foi construído para comemorar as virtudes do Imperador e sua esposa e também para venerá-los para sempre.
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Interior do Santuário Meiji / Divulgação
O Templo Sensoji, também em Tóquio, foi construído em 628 e dedicado a Bodhisattva Kannon, um buda considerado o mais compreensivo, que alivia os seres humanos e responde a todas as orações com grande benevolência. O local fica magnificamente iluminado a noite e vale a pena conferir.
Confira aqui o site oficial desses locais: Santuário Meiji e Templo Sensoji

Catedral de Notre Dame, Paris

Em quinto lugar, a Catedral de Notre Dame, em Paris recebe 13,6 milhões de visitantes por ano. Sendo uma das mais antigas catedrais francesas com estilo gótico, a catedral começou a ser construída em 1163 e é em homenagem à Maria, mãe de Jesus.
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Notre Dame, em Paris
A catedral é conhecida por suas variadas estátuas de anjos e santos e por ter mais de 200 vitrais, sendo que alguns são os maiores construídos na história. Os vitrais representam várias histórias bíblicas e símbolos geométricos representando o infinito.

Basílica de São Pedro, Vaticano, Roma

Em décimo primeiro lugar, a Basílica de São Pedro no Vaticano, em Roma recebe 7 milhões de visitantes por ano. O local é uma das maiores construções sagradas no mundo e a principal para os católicos.
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Basílica de São Pedro, Roma
A Basílica é ornamentada com ouro, colunas de mármore, pinturas de anjos, estátuas e trabalhos criados por artistas da Renascença italiana, como Michelangelo, que desenhou o enorme domo da igreja, sendo uma de suas obras mais célebres.

 

Lugares Sagrados.

Alguns lugares sagrados para as grandes religiões.
Se consultarmos os dicionários usuais veremos que sagrado é "relativo ou inerente a Deus, a uma divindade, à religião, ao culto ou aos ritos; sacro, santo.Que recebeu a consagração, que se sagrou Ex.: imperador s. Relativo a tudo quanto, por pertencer à divindade ou ser considerado como tal, participa do culto e respeito que se tem a essa mesma divindade Ex.: cálice s. O que, ou aquele que inspira ou deve inspirar respeito religioso ou profunda veneração". Assim, selecionamos alguns lugares com estas característica. E, é claro, muitos outros ficaram de fora. Aqui apenas estão alguns que inquestionavelmente representam as principais religiões.
Outras regiões e outros lugares escaparam de nossas análises. Apenas para fim de nota, antigas religiões como a religião dos povos pré-colombianos, os celtas, o xamanismo, a religião persa, entre outras, ficaram fora dessa nossa observação.

Para o Islamismo.Meca. A cidade sagrada do Islamismo.
É a cidade mais sagrada do Islamismo, ali se encontra a caaba (uma pedra preta que acreditam que tenha sido enviada dos céus), pelo menos uma vez na vida todo islâmico deve ir a Meca e dar sete voltas no sentido anti-horário ao redor da caaba.




Ainda, o lugar sagrado é para o Islamismo.
Outro lugar sagrado para o Islamismo é a Mesquita de Omar, em Jerusalém, Israel.
Construída entre 688 e 691 d.C. é o terceiro lugar mais sagrado do Islamismo. Segundo a tradição muçulmana, Maomé estava sobre a pedra existente no centro desta mesquita quando subiu aos céus.



Para o Budismo.
O Palácio de Potala. Na cidade de Lhasa no Tibet. A cidade em si é considerada sagrada, era a residência do Dalai Lama, o lugar é foco do budismo tibetano.
Percebe-se que está incrustado numa montanha. O Tibet está sob o domínio chinês atualmente, por isso não o encontramos nos mapas.





Para o Hinduísmo.
Varanasi. Índia.
O Ganges é o rio mais sagrado da Índia. A cidade de Varnasi possui seis quilômetros de templos e palácios ao longo do rio Ganges. Dessa forma, Varanasi é a cidade mais sagrada. Na tradição hinduísta, quem morre em Varanasi vai direto para o céu. A cidade é dedicada ao deus Shiva.




Para o Cristianismo.
Igreja de São Pedro. Na cidade e no país do Vaticano. É o maior santuário da cristandade. "Pedro, discípulo de Jesus Cristo, chegou a Roma para dirigir a Igreja. Perseguido, como vários outros cristãos,foi crucificado de cabeça para baixo por volta de 60 d.C. A "





Para o Judaísmo.
O Muro das Lamentações. Esse foi a única parte que sobrou do Templo de Davi, "depois dos ataques de Tito à cidade, em 70 d.C. Hoje judeus fazem suas preces e depositam pequenos papéis com pedidos e preces nos vãos das pedras. O Templo de Davi era considerado sagrado porque ali estaria a Arca da Aliança, um tipo de contrato feito entre Deus e os homens."


Rio Ganges

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Ganges
(ou Benares)
O Ganges em Calcutá.
Comprimento 2500 km
Foz Golfo de Bengala (Oceano Índico)
Área da bacia 907.000 km²
Delta Delta do Ganges
País(es) Nepal, Índia
Bangladesh
País(es) da
bacia hidrográfica
Nepal, Índia
Bangladesh
O rio Ganges (em hindi, e na maior parte das línguas indianas, Loudspeaker.svg? गंगा; IAST: Gaṅgā, transl. Ganga), também conhecido como rio Benares, é um dos principais rios do subcontinente Indiano, e um dos vinte maiores do mundo em fluxo de água [1] Suas águas se deslocam rumo ao leste através da planície do Ganges do norte da Índia até ao Bangladesh. Com 2510 km de extensão, nasce no Himalaia ocidental, no estado indiano de Uttarakhand, e desagua no delta do rio Sunderbans, na baía de Bengala. Desde muito tempo é considerado um rio sagrado para os hindus, que o veneram na forma da deusa Ganga, e também possui um grande valor histórico: diversas capitais de províncias ou impérios, como Patliputra, Kannauj, Kara, Allahabad, Murshidabad e Calcutá, localizam-se em suas margens. O Ganges e seus afluentess abrangem uma bacia hidrográfica fértil de cerca de um milhão de quilômetros quadrados, que é a mais densamente povoada do planeta, com mais de 400 milhões de pessoas e uma densidade populacional de cerca de 390 hab/km2.[2] A profundidade média do rio é de 16 m, e a máxima é de 30 m.

O ex-primeiro-ministro da Índia Jawaharlal Nehru, em seu livro Descoberta da Índia, atribui ao rio diversos significados simbólicos:
"O Ganges, acima de tudo, é o rio da Índia, que manteve cativo o coração da Índia e atraiu incontáveis milhões às suas margens desde a alvorada da história. A história do Ganges, de sua fonte ao mar, dos tempos antigos aos modernos, é a história da civilização e da cultura da Índia, da ascensão e queda de impérios, de cidades grandes e orgulhosas, de aventuras do homem."

Índice

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[editar] Percurso


Rio Bhagirathi, uma das nascentes do Ganges, em Gangotri, Uttarakhand, Índia.

As nascentes do Ganges, no Himalaia, localizadas no estado indiano de Uttarakhand. As nascentes e os nomes dos rios estão em itálico; a altitude em que se encontram montanhas, lagos e cidades estão entre parênteses (em metros).
Embora diversos cursos de água formem a nascente do Ganges, os seis riachos e suas cinco confluências recebem diferentes ênfases geográficas e culturais (ver mapa). O rio Alaknanda se encontra com o Dhauliganga em Vishnuprayag, o rio Nandakini em Nandprayag, o rio Pindar em Karnaprayag, o rio Mandakini em Rudraprayag e, finalmente, o rio Bhagirathi em Devprayag, formando o curso principal, o Ganges. O Bhagirathi é o principal destes rios, e nasce ao pé do Glaciar Gangotri, em Gaumukh, a uma altitude de 3.892 metros. A nascente do Alaknanda é formada pela água derretida das neves de picos como o Nanda Devi, o Trisul e o Kamet.

O rio Bhagirathi (em primeiro plano) prestes a se juntar com o Alaknanda, em Devprayag, a partir de onde passa a ser chamado de Ganges.

Curva no Ganges, nos montes Garhwal, em Uttarakhand.

Langur hanuman às margens do Ganges em Rishikesh.
Após percorrer 200 quilômetros através de um estreito vale em meio ao Himalaia, o Ganges passa por um desfiladeiro e chega na planície Gangética, na cidade de Haridwar, centro de peregrinação; lá, uma represa desvia parte de suas águas até o Canal do Ganges, que irriga a região de Doab, em Uttar Pradesh. O percurso do Ganges, que até então tinha uma direção sudoeste, passa então a se dirigir ao sudeste, através das planícies do norte da Índia.
O rio segue então um curso curvo, de 800 km, que passa pela cidade de Kanpur antes de receber, do sudoeste, pelo Yamuna, em Allahabad. Este ponto é conhecido como o Sangam em Allahabad; Sangam é um local sagrado do hinduísmo e, de acordo com textos hindus antigos, certa vez um terceiro rio, o Sarasvati, encontrava os outros dois neste ponto.
Após diversas confluências, com rios como o Kosi, o Son, o Gandaki e o Ghaghra, o Ganges forma uma correnteza formidável no trecho entre Allahabad e Malda, na Bengala Ocidental. Durante o percurso passa pelas cidades de Mirzapur, Buxar, Varanasi, Patna e Bhagalpur. Nesta, o rio contorna os Montes Rajmahal, e começa a se dirigir rumo ao sul. Em Pakur o rio começa a perder força, com a ramificação do primeiro de seus afluentes, o Bhāgirathi-Hooghly, que forma em seguida o rio Hooghly. Nas proximidades da fronteira com Bangladesh, a Barragem de Farakka, construída em 1974, controla o fluxo do Ganges, desviando parte de suas águas para um canal ligado ao Hooghly, de modo a mantê-lo relativamente livre de silte.
Após entrar no Bangladesh, o Ganges passa a ser conhecido como Padma, até receber as águas do Jamuna, o maior afluente do Brahmaputra. Mais adiante, o Ganges recebe as águas do rio Meghna, o segundo maior afluente do Brahmaputra, e passa a ser chamado de Meghna ao entrar no estuário do Meghna. Ao chegar no delta do Ganges, com 350 km de largura, ele finalmente desagua na baía de Bengala. Apenas dois outros rios no mundo, o Amazonas e o Congo, possuem um volume de água maior que o total combinado do Ganges, do Brahmaputra e do sistema de rios Surma-Meghna.

[editar] Importância religiosa


O rio ganges é a personificação da deusa Ganga Kalighat
Situada às margens do rio Ganges, Varanasi é considerada por muitos fieis a cidade mais sagrada do hinduísmo. O Ganga é mencionado no Rigveda, a mais antiga das escrituras hindus. Consta do Nadistuti sukta (10.75), onde estão listados os rios de leste a oeste. É um costume local espalhar as cinzas de entes queridos que foram cremados no rio.
De acordo com a religião hindu um rei muito famoso, Bhagiratha, praticou por muitos anos, a tapasya, para trazer à Terra Ganga de sua residência nos Céus, para que encontrasse a salvação de seus ancestrais, amaldiçoados por um profeta. Ganga se convence e, através de uma trança de cabelo (Jata) do deus Shiva, desce à Terra para lavar os pecados dos humanos e torná-la pia e fértil. Para os hindus da Índia, o Ganges não é apenas um rio, mas também uma divindade materna, um conjunto de tradições, e muito mais.
Alguns hindus acreditam que uma vida não é completa sem um mergulho no Ganges pelo menos uma vez na vida. Muitas famílias hindus conservam um frasco com água do rio em suas casas, hábito que é considerado prestigioso, para que pessoas à beira da morte possam beber de sua água; muitos hindus acreditam que o Ganges pode limpar uma pessoa de todos os seus pecados, e poderia até mesmo curar a doença. As escrituras antigas mencionam que a água do Ganges porta as bênçãos dos pés do Senhor Vishnu; assim, a Mãe Ganges também é conhecida como Vishnupadi, que significa "pés de Vishnu".
Algumas das congregações religiosas e festivais hindus mais importantes acontecem em torno do rio. Estes eventos, como o Kumbh Mela, realizado a cada doze anos em Allahabad, são realizados às margens do rio. Varanasi tem centenas de templos situados à beira do Ganges, que frequentemente são alagados durante as estações chuvosas. A cidade, além de ponto importante de peregrinação para hindus de todos os locais, também é um tradicionalmente associada à prática da cremação.

[editar] Poluição

A poluição do Ganges tem afetado as 400 milhões de pessoas que vivem próximas de suas águas[3].
Desde a última década de 90 e especialmente nos últimos anos, as condições da água do rio e afluentes têm ficado abaixo das consideradas aceitáveis pela OMS, já que o despejo irregular de esgoto tem aumentado, inclusive a partir de um hospital que atende tuberculosos.
O Ganges foi classificado entre os cinco rios mais poluídos do mundo em 2007[4], com níveis de coliformes fecais próximo a Varanasi mais de mil vezes superior ao limite oficial do governo indiano.[5] A poluição ameaça não somente os seres humanos, mas também as mais de 140 espécies de peixes, 90 de anfíbios e o golfinho-do-ganges, todos ameaçados de extinção.[4] O Plano de Ação Ganga, uma iniciativa ambiental para limpar o rio, tem sido um grande fracasso até agora,[6][7][8] devido à corrupção e à falta de conhecimentos técnicos,[9] falta de um bom planejamento ambiental,[10] crenças e tradições indianas[11] e falta de apoio das autoridades religiosas.[12]
Outro problema é o ritual da cremação dos mortos em suas margens. Dependendo da casta e da situação econômica da família, muitas vezes os corpos não são cremados corretamente e/ou jogados inteiros no rio, contaminando-o. O afluente Yamuna, cuja vida aquática desapareceu, teria recebido US$ 500 milhões em ações de despoluição nos últimos dez anos, segundo o Conselho de Controle de Poluição de Nova Délhi[13].
Entretanto, o rio oferece aos moradores de sua região suprimento de comida e água fresca. Muitas criaturas nativas, incluindo o crocodilo gavial, vivem às suas margens.

[editar] História


Trecho final do Ganges; na Barragem de Farakka, um canal estreito se alarga e é desviado para Calcutá, na forma do rio Bhagirathi-Hoogly.
Durante o início das Eras Védicas, os rios Indo e Sarasvati eram os principais rios da região; os três Vedas posteriores, no entanto, parecem dar mais importância ao Ganges, gradualmente mais citado nas obras.
Talvez o primeiro ocidental a mencionar o Ganges tenha sido Megástenes, por diversas vezes no decorrer de sua obra, Indika: "A Índia (...) possui muitos rios grandes e navegáveis que, depois de nascerem nas montanhas que se estendem ao longo da fronteira setentrional, atravessam a terra plana; muitos destes, após unirem-se uns aos outros, acabam desaguando no rio chamado Ganges. Este rio, que na sua nascente tem 30 estádios de largura, flui no sentido norte-sul, e deságua no oceano que forma a fronteira leste do Gangaridai, uma nação que possui uma tropa numerosa dos mais enormes elefantes."[14]
Uma representação ocidental do rio pode ser vista na Piazza Navona, de Roma, onde uma escultura célebre - a Fontana dei Quattro Fiumi, "Fonte dos Quatro Rios", de autoria de Gian Lorenzo Bernini, em 1651, simboliza os quatro grandes rios do mundo (o Ganges, o Nilo, o Danúbio e o Rio da Prata).

[editar] Afluentes

[editar] Economia


O rio Bhagirathi-Hoogly, mostrado aqui em Bagbazaar Ghat, Calcutá.

O ramo principal do Ganges em sua penúltima forma, como rio Padma, em Bangladesh.

O Ganges em sua forma final, como rio Meghna, em Bangladesh.
A bacia do Ganges, com seu solo fértil, é crucial para as economias agriculturais da Índia e do Bangladesh. Tanto o Ganges quanto seus afluentes fornecem uma fonte perene de irrigação para uma região extensa; entre as principais culturas da área estão o arroz, a cana-de-açúcar, lentilhas, batatas, trigo e sementes usadas na fabricação de óleos. Ao longo das margens do rio a presença de pântanos e lagos também possibilita o cultivo de legumes, pimentas, mostarda, gergelim e juta. O rio também é fonte de diversos tipos de peixes, embora esteja extremamente poluído.
O turismo é outra atividade relacionada com o rio. Três cidades sagradas para o hinduísmo - Haridwar, Allahabad e Varanasi - atraem milhares de peregrinos que buscam entrar no Ganges, acreditando que suas águas irão limpá-los dos pecados e ajudar a obter a salvação. As correntezas do Ganges também são populares para esportes como o rafting, atraindo centenas de praticantes da atividade durante os meses de verão. Muçulmanos da Índia e do Bangladesh frequentemente praticam o wudu, um ritual de limpeza religiosa do corpo feito antes das orações, nas águas do rio.

[editar] População

Os chars são ilhas temporárias formadas pela deposição de sedimentos que sofreram erosão a partir das margens do rio, especialmente no estado de Bengala Ocidental. Cada chat é utilizado como moradia para até 20.000 pessoas; seu solo é extremamente fértil, e portanto pode sustentar plantações ou servir como pasto para o gado - porém pode desaparecer em questão de algumas horas, em consequência de alguma movimentação excessiva na correnteza, especialmente durante a estação das monções. Os habitantes dos chars são refugiados de Bangladesh ou bengaleses, porém o governo de Bengala Ocidental não reconhece sua existência nem lhes concede documentos de identidade para que possam emigrar ou obter empregos em outros locais. O saneamento nestas ilhas é extremamente precário, e os seus moradores não possuem assistência sanitária; a escolaridade também não lhes é acessível, e o analfabetismo é crônico. O governo, no entanto, exige dos moradores das ilhas o pagamento de impostos.[15]

[editar] Imagens

Referências

  1. The Ganga: water use in the Indian subcontinent, Pranab Kumar Parua, p. 33
  2. Arnold, Guy. World strategic highways. [S.l.]: Taylor & Francis, 2000. 223–227 p. ISBN 9781579580988. Página visitada em 26 April 2011.
  3. [1]
  4. a b http://www.greendiary.com/entry/ganga-is-dying-at-kanpur/
  5. "India and pollution: Up to their necks in it", The Economist, 27 July 2008.
  6. Haberman, David L. (2006), River of love in an age of pollution:the Yamuna River of northern India, University of California Press. Pp. 277, ISBN 0520247906 
  7. Gardner, Gary, "Engaging Religion in the Quest for a Sustainable World", in Bright, Chris, et al, State of the World: 2003, W. W. Norton & Company. Pp. 256, pp. 152–176, ISBN 0393323862 
  8. "Clean Up Or Perish", The Times of India, 19 de março de 2010

Vaticano

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Civitas Vaticana (latim)
Stato della Città del Vaticano (italiano)

Estado da Cidade do Vaticano
Bandeira do Vaticano
Brasão de Armas do Vaticano
Bandeira Brasão de armas
Lema: não tem
Hino nacional: Inno e Marcia Pontificale
("Hino e Marcha Pontifical")
Gentílico: Vaticano(a)[1]

Localização do Estado da Cidade do Vaticano

Localização do Vaticano (em verde escuro) no continente europeu (a cinza escuro)
Capital Cidade do Vaticano[2]
41º 54'N 12° 27′E
Língua oficial Latim e italiano (de facto)
Governo Monarquia absoluta electiva teocrática[3]
 - Papa Bento XVI
 - Presidente da Comissão Pontifícia Giuseppe Bertello
Independência Tratado de Latrão 
 - Data 11 de fevereiro de 1929 
Área
 - Total 0,44 km² (233.º)
 Fronteira Itália
População
 - Estimativa de 2011 832[4] hab. (220.º)
 - Densidade 1891 hab./km² (6.º)
PIB (base PPC)
 - Total US$ 333 milhões (179.º)
 - Per capita US$ 416 mil 
Moeda Euro¹ (EUR)
Fuso horário CET (UTC+1)
 - Verão (DST) CEST (UTC+2)
Clima Mediterrâneo
Org. internacionais União Latina (observador)
ONU (observador)
Cód. ISO VAT
Cód. Internet .va
Cód. telef. +39
Website governamental www.vatican.va

Mapa do Estado da Cidade do Vaticano
¹ Antes da adopção do Euro, a moeda era a Lira italiana.
O Vaticano ou Cidade do Vaticano, oficialmente Estado da Cidade do Vaticano (italiano: Stato della Città del Vaticano),[5] é a sede[6] da Igreja Católica e uma cidade-estado soberana sem costa marítima cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália. Com aproximadamente 44 hectares (0,44 km²) e com uma população de pouco mais de 800 habitantes, é o menor Estado do mundo, tanto por população quanto por área.[7][8]
A Cidade do Vaticano é uma cidade-estado que existe desde 1929. É distinta da Santa Sé, que remonta ao Cristianismo primitivo e é a principal sé episcopal de 1,142 bilhão de Católicos Romanos (Latinos e Orientais) de todo o mundo. Ordenanças da Cidade do Vaticano são publicados em italiano; documentos oficiais da Santa Sé são emitidos principalmente em latim. As duas entidades ainda têm passaportes distintos: a Santa Sé, como não é um país, apenas trata de questões de passaportes diplomáticos e de serviço; o estado da Cidade do Vaticano cuida dos passaportes normais. Em ambos os casos, os passaportes emitidos são muito poucos.
O Tratado de Latrão, de 1929, que criou a cidade-estado do Vaticano, a descreve como uma nova criação (preâmbulo e no artigo III) e não como um vestígio dos muito maiores Estados Pontifícios (756-1870), que anteriormente abrangiam a Itália central. A maior parte deste território foi absorvido pelo Reino da Itália em 1860 e a porção final, ou seja, a cidade de Roma, com uma pequena área perto dele, dez anos depois, em 1870.
A Cidade do Vaticano é um estado eclesiástico[7] ou sacerdotal-monárquico,[3] governado pelo bispo de Roma, o Papa. A maior parte dos funcionários públicos são todos os clérigos católicos de diferentes origens raciais, étnicas e nacionais. É o território soberano da Santa Sé (Sancta Sedes) e o local de residência do Papa, referido como o Palácio Apostólico.
Os papas residem na área, que em 1929 tornou-se Cidade do Vaticano, desde o retorno de Avignon em 1377. Anteriormente, residiam no Palácio de Latrão na colina Celio no lado oposto de Roma, local que Constantino deu ao Papa Milcíades em 313. A assinatura dos acordos que estabeleceram o novo estado teve lugar neste último edifício, dando origem ao nome Tratado de Latrão, pelo qual é conhecido.

Índice

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[editar] Etimologia

O nome "Vaticano" é anterior ao Cristianismo e vem do latim Mons Vaticanus, ou seja, o Monte Vaticano.[9] A raiz da palavra "Vaticano" é derivada do latim "vates", que significa "vidente, adivinho", que por sua vez é uma palavra empréstada do etrusco.[10] Na verdade, a Colina do Vaticano foi a casa dos vates muito antes da Roma pré-cristã. Vaticanus, também conhecido como Vagitanus, era um deus etrusco,[11] que "abria a boca do recém nascido para que ele pudesse dar o primeiro grito, o primeiro choro",[12] e seu templo foi construído no antigo local de Vaticanum.[11] Era também o nome de uma das sete colinas de Roma onde se erguia o Circo de Nero. Lá São Pedro foi martirizado e sepultado para proclamar a sua devoção a Jesus Cristo.[11][12]

[editar] História

Pix.gif Cidade do Vaticano
Flag of UNESCO.svg
Património MundialUNESCO
St Peter's Square, Vatican City - April 2007.jpg
Vista da Praça de São Pedro do topo da cúpula de Michelangelo
Informações
Inscrição: 1984
Localização: Cidade do Vaticano, Estado da Cidade do Vaticano
Critérios: (i)(ii)(iv)(vi)
Descrição UNESCO: fr en
Nesta área originalmente desabitada (o Ager Vaticanus), do lado oposto do Rio Tibre na cidade de Roma, Agripina (14 a.C. - 18 de outubro de 33 d.C.) drenou o morro e arredores e construiu seus jardins no início da século I d.C..
O imperador Calígula (37-41) iniciou a construção de um circo (40 d.C.), que mais tarde foi completada por Nero, o Circus Gaii et Neronis,[13] mais conhecido simplesmente como o Circo de Nero.
O obelisco do Vaticano foi originalmente tomado por Calígula a partir de Heliópolis, Egito, para decorar a coluna de seu circo e é, portanto, o seu último vestígio visível.
Esta área se tornou o local do martírio de muitos cristãos, depois do Grande incêndio de Roma, em 64 d.C. A tradição antiga afirma que foi nesse circo que São Pedro foi crucificado de cabeça para baixo.
Em frente ao circo havia um cemitério, sendo separados pela Via Cornelia. Monumentos funerários, mausoléus e túmulos, bem como pequenos altares a deuses pagãos de todos os tipos de religiões politeístas, eram construídos até a construção da Basílica de Constantino de São Pedro, na primeira metade do século IV. Os vestígios desta antiga necrópole foram trazidos à luz esporadicamente durante renovações por vários papas ao longo dos séculos, aumentando sua frequência durante a Renascença, até que foram sistematicamente escavadas por ordem de Papa Pio XII entre 1939-1941.
Em 326, a primeira igreja, a Basílica de Constantino, foi construída sobre o local onde os primeiros católicos romanos (desde o primeiro século da era cristã), bem como arqueólogos italianos, afirmam que foi o túmulo de São Pedro, enterrado em um cemitério comum no local. A partir de então a área começou a se tornar mais populosa, mas a maioria apenas por habitações ligadas à atividade de São Pedro.
Um palácio foi construído próximo ao local da basílica já no principio do século VI, durante o pontificado de Papa Símaco, que foi papa no período de 498-514.[14]
Durante um período de quase mil anos, que teve início no império de Carlos Magno no século IX, os papas reinavam sobre a maioria dos Estados temporais do centro da península itálica, incluindo a cidade de Roma, e partes do sul da França. Pela maior parte deste tempo o Vaticano não foi a residência habitual dos Papas, mas o Palácio de Latrão, e nos últimos séculos, o Palácio do Quirinal, enquanto a residência entre 1309-1377 foi em Avignon, na França.
As terras tinham sido doadas em 756 por Pepino, o Breve, rei dos francos.


Território do Vaticano de acordo com o Tratado de Latrão.
Durante o processo de unificação da península, a Itália gradativamente absorveu os Estados Pontifícios.
Em 1870, as tropas do rei Vítor Emanuel II entram em Roma e incorporam a cidade ao novo Estado. Em 13 de março de 1871, Vítor Emanuel II ofereceu como compensação ao Papa Pio IX uma indenização e o compromisso de mantê-lo como chefe do Estado do Vaticano, um bairro de Roma onde ficava a sede da Igreja.[15] O papa porém, recusa-se a reconhecer a nova situação e considera-se prisioneiro do poder laico. Além disso, proibiu os católicos italianos de votar nas eleições do novo reino.
Essa incómoda questão de disputas entre o Estado e a Igreja, chamada Questão Romana só terminou em 11 de fevereiro de 1929, quando o Papa Pio XI assina o Tratado de Latrão com o ditador fascista Benito Mussolini, aceitando a proposta que anteriormente havia sido negada pela papa Pio IX, pelo qual a Itália reconhece a soberania da Santa Sé sobre o Vaticano, declarado Estado soberano, neutro e inviolável.
Em 12 de fevereiro de 2009 Bento XVI participou das comemorações pelo 80º aniversário da fundação do Estado da Cidade do Vaticano. A RTE Orchestra acompanhada pela Our Lady's Choral Society, ambas de Dublín (Irlanda), interpretaram o oratório O Messias de Georg Friedrich Händel na "Aula Paulo VI". No final o Papa pronunciou um breve discurso dizendo que "se tratava de um pequeno território para uma grande missão".

[editar] Geografia


Mapa da cidade do Vaticano.
A área do Vaticano é de 0,44 km², sendo o menor estado do mundo com reconhecimento internacional. Está situado no meio da capital italiana, Roma. Por isso, não possui área costeira e é um enclave, sendo um Estado independente e soberano. Partilha 3,2 km de fronteira com a Itália, mais concretamente com Roma. A defesa do país é da responsabilidade da Itália, enquanto que a segurança do Papa fica a cargo da Guarda Suíça.
Os edifícios e locais mais emblemáticos da Cidade do Vaticano são a Basílica maior de São Pedro, os Jardins do Vaticano, a Praça de São Pedro, a Capela Sistina, o Museu do Vaticano, a Biblioteca Vaticana e o Palácio Apostólico. Fora da Cidade do Vaticano, o Estado possui vários edifícios em Roma e na Itália que gozam de direitos extraterritoriais, entre os quais se destacam Castel Gandolfo (a residência de Verão do Papa) e as Basílicas maiores de Santa Maria Maior, de São João de Latrão e de São Paulo Extramuros.
A cidade tem clima temperado, leve, com invernos chuvosos (de Setembro a meados de Maio) e verões quentes (de Maio a Setembro). Situa-se numa colina baixa. A colina foi chamada de Vaticana (em latim: Mons Vaticanus), uma vez que existia muito antes do cristianismo. O nome é suspeito de pertencer inicialmente à língua etrusca. O ponto mais baixo é um local sem nome situado a 19 metros. O ponto mais alto é outro local não nomeado que se situa 75 metros de altitude. O Vaticano não possui nenhum recurso natural.
É fundamentalmente urbano e nenhuma das terras está reservada para agricultura ou outro tipo de exploração de recursos naturais. A cidade-estado exibe um impressionante grau de economia, nascida da necessidade extremamente limitada, devido ao seu território. Assim, o desenvolvimento urbano é optimizado para ocupar menos de 50% da área total, ao passo que o resto é reservado para espaço aberto, incluindo os Jardins do Vaticano. O território possui muitas estruturas que ajudam a fornecer autonomia ao Estado soberano, estes incluem: linhas ferroviárias, heliporto, correios, estação de rádio, quartéis militares, palácios e gabinetes governamentais, instituições de ensino superior, cultural e de arte, e algumas Embaixadas.
Em Julho de 2007, o Vaticano aceitou uma oferta que vai torná-lo o único estado neutro em relação ao carbono por ano, devido à doação da Floresta Clima na Hungria ao Vaticano. A floresta possui tamanho suficiente para compensar as emissões de dióxido de carbono do Estado.[16]

Praça de São Pedro, a basílica e o obelisco, da Piazza Pio XII.

Visão de 360 graus da cúpula do Vaticano e de Roma, mostrando praticamente toda a Cidade do Vaticano.

[editar] Demografia

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A população do Vaticano é composta por membros da Igreja, que devido às suas funções, residem lá. Além do Papa, residem e trabalham lá Bispos, Cardeais, Arcebispos e outros funcionários importantes da Igreja Católica (existe um número reduzido de cidadãos comuns). A maioria dos funcionários estáveis é italiana. Um número considerável é suíço e o restante originário de diversos países.[carece de fontes?]
A religião é o catolicismo, que detém estatuto oficial. A língua oficial é o latim, embora só seja utilizado em documentos oficiais e em rituais cerimoniais. A língua falada vulgarmente é o italiano.

[editar] Política

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O Papa, chefe de Estado eleito em um colégio de cardeais denominado conclave para um cargo vitalício, detém no Estado do Vaticano os poderes legislativo, executivo e judicial, desde a criação do Vaticano pelo Tratado de Latrão, em 1929.
Tecnicamente é uma Monarquia eletiva, não hereditária. Pode-se considerar o Vaticano como uma autocracia, porque todos os poderes (executivo, legislativo e judiciário) estão concentrados na figura do Papa, que não possui qualquer órgão que fiscalize seus atos como governante, e, por ser considerado sucessor de São Pedro, não deve prestação de contas a ninguém, considerando-o um emissário de Deus na Terra. O termo cidade do Vaticano é referente ao Estado, enquanto Santa Sé é referente ao governo da Igreja Católica efetuado pelo Papa e pela Cúria Romana.

A Guarda Suíça e o seu tradicional uniforme.
A Cúria Romana é efectivamente o governo do Estado e a gestão administrativa, pelo que o seu chefe, o Secretário de Estado, tem as incumbências equivalentes às de um Primeiro-Ministro. Outros cargos políticos encontram-se sob designações diversas nos diversos órgãos da Cúria Romana.
Formalmente constituído em 1929 com a configuração actual, o Estado do Vaticano administra as propriedades situadas em Roma e arredores que pertencem à Santa Sé. O Estado do Vaticano, com o estatuto de observador nas Nações Unidas, é reconhecido internacionalmente e foi admitido membro de pleno direito das Nações Unidas, em Julho de 2004, mas abdicou voluntariamente do direito de voto.
O Estado tem os seus próprios embaixadores ou representantes, um jornal oficial (Acta Apostolicae Sedis), uma estação de rádio, e uma força militar denominada Guarda Suíça, e uma força policial militar, denominada Corpo da Gendarmaria do Estado da Cidade do Vaticano. Emite autonomamente moeda (desde 2002, o euro), selos e passaportes.
A Santa Sé estabelece com muitos Estados tratados internacionais (concordatas), para assegurar direitos dos católicos ou da Igreja Católica naqueles Estados. Muitos foram assinados quanto os Estados se laicizaram, como forma de garantir direitos para a Igreja e permitir sua existência em tais países.

[editar] Economia

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A economia do Vaticano é baseada na captação de donativos das comunidades eclesiais (igrejas) pertencentes à Igreja Católica, Apostólica e Romana no mundo inteiro. Essa arrecadação supre fundos para as despesas do Vaticano com a evangelização e os programas sociais que desenvolve, igualmente no mundo inteiro.
O país mantém um canal de donativos conhecido como "Óbolo de São Pedro", no qual o doador remete os fundos diretamente ao Vaticano.
Outra forma de captação de recursos é com o turismo no complexo dos "Museus Vaticanos". Não há outro lugar no mundo com tanto valor artístico e intelectual concentrado como no Arquivo Secreto do Vaticano, na Biblioteca Apostólica Vaticana, e nos acervos de arte (pintura, escultura e arte sacra) das igrejas romanas.
Através de um acordo com a Itália, representando a União Europeia, a unidade monetária do Vaticano é o Euro. O Estado tem a sua própria concepção de moedas e notas de euros, que têm aceitação na Itália e em outros países da Zona Euro. O Vaticano não tem uma casa de emissão própria, de forma que tenha acordado com a Itália para efectuar a cunhagem, que não pode ser superior a 1 milhão de euros anuais.

[editar] Infraestrutura

[editar] Transportes

A Cidade do Vaticano possui uma rede de transportes razoavelmente bem desenvolvida considerando seu tamanho. Como um país que com 1,05 quilômetros de comprimento e 0,85 quilômetros de largura,[17] que tem um sistema de transporte de pequenas dimensões, sem aeroportos ou estradas. Existe um heliporto e uma ferrovia de bitola padrão conectando-se à rede da Itália e à estação de São Pedro de Roma por uma ferrovia de 852 metros, onde apenas 300 metros estão dentro do território do Vaticano. O Papa João XXIII foi o primeiro Papa a fazer uso desta estrada de ferro e o Papa João Paulo II a usou também, embora muito raramente. O transporte ferroviário no Vaticano é utilizado principalmente para transporte de mercadorias.[18] Como a Cidade do Vaticano não tem aeroportos (que é um dos poucos estados independentes no mundo sem um), é servido pelos aeroportos que servem a cidade de Roma, dentro do qual o Vaticano está localizado, a saber: Aeroporto Internacional de Roma e, em menor medida, o Aeroporto de Roma Ciampino, que serve como porta de entrada e partida para visitas internacionais do Papa.[18]

[editar] Comunicações


Máquina de selos do Serviço Postal do Vaticano.
A cidade é servida por um sistema de telefone moderno e independente,[19] pela Farmácia do Vaticano e correios. O sistema postal foi fundado em 11 de fevereiro de 1929, e dois dias mais tarde tornou-se operacional. Em 1 de agosto, o estado começou a liberar seus próprios selos postais, sob a autoridade do Gabinete Filatélico e Numismático da Cidade do Vaticano.[20] O serviço postal da cidade é, por vezes, reconhecido como "o melhor do mundo",[21] e as cartas chegam ao seu destino antes do serviço postal de Roma.[21] O Vaticano também controla seu próprio domínio de Internet, que está registrado como (.va). O serviço de banda larga é amplamente fornecido na Cidade do Vaticano. À Cidade do Vaticano foi também atribuído um prefixo de rádio, HV, e às vezes é usada por operadores de rádio amador.
A Rádio Vaticano, que foi organizada por Guglielmo Marconi, faz transmissões em frequências de ondas curtas, ondas médias e FM e na Internet.[22] Suas principais antenas de transmissão estão localizados em território italiano. Serviços de televisão são fornecidos através de uma outra entidade, o Centro Televisivo do Vaticano.[23]
L'Osservatore Romano é o jornal oficial semi-multilingue da Santa Sé. É publicado por uma empresa privada, sob a direção de leigos católicos, mas como relatórios sobre as informações oficiais. No entanto, os textos oficiais de documentos estão na Acta Apostolicae Sedis, o jornal oficial da Santa Sé, que tem um apêndice para documentos da Cidade do Vaticano.
Rádio Vaticano, o Centro Televisivo Vaticano, L'Osservatore Romano não são órgãos de Estado do Vaticano, mas da Santa Sé, e estão listadas como tal no Anuário Pontifício, que coloca-os na seção "Instituições ligadas com a Santa Sé.", à frente das secções de serviço diplomático da Santa Sé no estrangeiro e ao Corpo Diplomático acreditado junto à Santa Sé, após o que é colocado na seção sobre o Estado da Cidade do Vaticano.

[editar] Cultura

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Pietà de Michelangelo, uma das obras de arte mais conhecidas do Vaticano.
A cultura do Vaticano é obviamente correspondente à cultura da Igreja Católica e o seu expoente são as obras de arquitetura como a Basílica de São Pedro, a Arquibasílica de São João Latrão, a Praça de São Pedro, a Capela Sistina e a coleção do Museu do Vaticano. O palácio onde reside o Papa tem 5 mil quartos, duzentas salas de espera, 22 pátios, cem gabinetes de leitura, trezentas casas de banho e dezenas de outras dependências destinadas a recepções diplomáticas.
Guarda Suíça é o nome que recebe o grupo de soldados contratados para proteger o Papa. Foi criado no século XV.
Dos fogões vaticanos saíram tentações como os ovos beneditinos (um capricho de Bento XI), a lagosta com trufa branca (habitual nas coroações do Renascimento), a musse de faisão ao molho chaudfroid (prato preferido de Pio VI) ou o maçapão de água de rosas (uma iguaria na Idade Média).
A arquitetura do Vaticano, o canto gregoriano cantado pelo Coro da Capela Sistina, além das vestimentas e símbolos utilizados pelo Papa, pelos Cardeais e pelos soldados da Guarda Suíça, são considerados como uns dos principais resquícios da cultura medieval na atualidade.

[editar] Feriados

Santa Sé
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Política e Governo

Data Nome em português Nome local Observações
1 de janeiro Ano novo Capodanno
6 de janeiro Epifania Epifania
11 de fevereiro Aniversário da independência

19 de março São José San Giuseppe
Variável Páscoa Pasqua
Variável Segunda-feira de Páscoa Pasqua
1 de maio Dia do trabalhador Festa del Lavoro
Variável Quinta-feira de Ascensão

Variável Corpo de Cristo Corpus christi
29 de junho São Pedro e São Paulo San Pietro e San Paolo
15 de agosto Assunção de Nossa Senhora Assunzione della B.V. Maria
16 de agosto Assunção de Nossa Senhora Assunzione della B.V. Maria
1 de novembro Dia de Todos os Santos Tutti i Santi
8 de dezembro Imaculada Conceição Immacolata Concezione
25 de dezembro Natal Natale
26 de dezembro Santo Estêvão Santo Stefano

Referências

  1. Dicionário de Língua Portuguesa - Tomo II, Texto Editores, 2006, página 1497, ISBN 972-47-3173-1/(978-972-47-3173-5)
  2. A Cidade do vatciano é uma cidade-estado
  3. a b catholic-pages.com
  4. Holy See (Vatican City), The World Factbook, CIA. Estimativa para julho de 2011. Acessado em 10 out. 2011.
  5. "Stato della Città del Vaticano" é o nome usado no Tratado de Latrão (artigo 26).
  6. [1]
  7. a b Holy See (Vatican City). CIA — The World Factbook. Página visitada em 2007-02-22.
  8. Vatican City State. Vatican City Government. Página visitada em 2007-11-28.
  9. Vatican (search). Online Dictionary. Página visitada em 28/11/2007.
  10. Online Etymology Dictionary. Etymonline.com. Página visitada em 0706/2011.
  11. a b c A Secret History of St. Peter’s Basilica and Vatican City - CNN iReport. Ireport.cnn. Página visitada em 0706/2011.
  12. a b Origem do nome "Vaticano"
  13. Lanciani, Rodolfo (1892). Pagan and Christian Rome Houghton, Mifflin.
  14. Columbia Encyclopedia, Sixth Edition, 2001-2005
  15. New Advent Pope Pius IX
  16. The Vatican to go carbon neutral (em inglês)
  17. Holy See - State of the Vatican City. Vatican Papal Conclave. Página visitada em 2007-11-28.
  18. a b Vatican City State Railway Railways of the World. Sinfin.net. Página visitada em 2006-08-08.
  19. On call 24/7: Vatican phone system directs thousands of call each day, 24 de julho de 2006.
  20. The Early Definitives. Vatican Philatelic Society. Página visitada em 2007-11-28.
  21. a b Hail Marys Not Needed: Vatican Mail Will Deliver. New York Times. Página visitada em 2007-11-28.
  22. Vatican Radio - Index. Vatican.va (2005-09-02). Página visitada em 2009-05-06.
  23. Vatican Television Center - Index. Vatican.va. Página visitada em 2009-05-06.
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Nossa Senhora de Caravaggio                              

ROMARIA

26 de maio de 2012
ROMARIA 133ª ROMARIA

TRANSMISSÕES AS 10:30 - MISSA CAMPAL 
DIA 26/05 - TRANSMITIDA PELA TV SÉCULO 21 E UCS TV
DIA 27/05 - UCS TV

A fé por Nossa Senhora de Caravaggio é incondicional, uma fé de um povo que não mede esforços e acredita nos milagres e poderes da santa virgem de Caravaggio.
A devoção por Nossa Senhora de Caravaggio faz com que o devoto enfrente a chuva, o vento, o frio e a dor física para agradecer a graça atendida pela santa dos necessitados.

 

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lugares_de_pr%C3%A1tica_religiosa

 

 

 

 

Como trabalhar em sala a Campanha da Fraternidade?

Imagem do google

      O texto de José Carlos Cacau Lopes, ‘A Dimensão Pública da Saúde’ tem como objetivo servir de apoio a trabalhos de educação e saúde.


     Também está disponível a Obra da Profª Psicopedagoga Leonor Maria Bernardes Neves “ENSINO RELIGIOSO. Fraternidade e Saúde Pública, Subsídios para o Professor”, onde podemos encontrar orientações para o professor trabalhar em sala de aula na pág. 35 cap. IV

Vale a pena conferir:

Lembrando: Essa obra poderá ser reproduzida, desde que a fonte seja citada.

Ensino Religioso - Campanha da fraternidade 2012


ENSINO RELIGIOSO
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012
AULA 1
 Para explicar sobre a fraternidade, a dignidade da pessoa humana e a cidadania, contar a história – A águia e a galinha
A águia e a galinha
Era uma vez um camponês que pegou um filhote de águia e o colocou no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas, embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista e, enquanto passeavam ele viu á águia e disse:
_ Esse pássaro aí não é galinha, mas uma águia.
_ De fato – disse o camponês. É águia, mas eu criei como galinha.
_ Não – retrucou o naturalista. Ela é, e sempre será uma águia. Pois tem coração de águia. Esse coração a fará um dia voar às alturas.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a,
disse:
_ Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:
_ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
_ Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.
E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente.
Por mais uma vez ele experimento e a águia voltou para junto das galinhas.
No dia seguinte, o naturalista pegou a águia e a levou para o alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto, na direção do sol e ordenou-lhe:
_ Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida, mas o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
(Leonardo Boff)
_ REFLEXÃO APÓS A LEITURA DA HISTÓRIA.
·         Como será que Deus nos criou?
·         Somos águias ou galinhas?
·         Ou será que somos as duas juntas?
·         É possível viver a condição “galinha”, satisfatoriamente nos dias de hoje?
·         Como a condição “águia” pode ajudar para termos mais qualidade de vida?
Passar no quadro
Pense:
Características que predominam em cada condição:
1. Galinha: alimentação, moradia, ir à escola, praticar esportes, hábitos de higiene, trabalho,
cuidado com o meio ambiente.
2. Águia: capacidade de amar, a busca por Deus, amor ao próximo, superar dificuldades, coragem para arriscar, persistência, sinceridade, realizar a vocação, buscar a felicidade.
3. Reflexão: Observando a águia e a galinha, o que concluímos? Agimos, somos apenas como umadelas? Ou as duas condições são essenciais para a realização humana?
4. Conclusão: Na folha
Conclusão
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Busca as alturas, o sol; foi feita para grandes ideais e os grandes sentimentos. Muitas vezes, porém, fica presa a coisas como uma galinha ciscando no galinheiro. Não nascemos só para cuidar de comida, roupa... As duas condições são essenciais para a realização humana. Criados à imagem e semelhança de Deus, temos que buscar sempre a perfeição, a nossa conversão, mas sempre sabedores de nossa pequenez.
A cada ano a Campanha da Fraternidade faz importantes reflexões sobre alguma problemática que aflige nossa sociedade.
Neste ano a CF nos convida a pensar na SAÚDE PÚBLICA. (mostrar o cartaz)
 Tema: Fraternidade e a Saúde Pública
 Lema: “Que a saúde se difunda sobre a Terra”.
Passar no quadro:
A cada ano, durante o período quaresmal,  a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) realiza a Campanha da Fraternidade, que tem por objetivo despertar a solidariedade  de toda a sociedade em relação a um problema concreto que envolve toda a nação, buscando uma solução para o mesmo.
Neste ano a CF nos convida a pensar na SAÚDE PÚBLICA. (mostrar o cartaz)
 Tema: Fraternidade e a Saúde Pública
 Lema: “Que a saúde se difunda sobre a Terra”.
ENSINO RELIGIOSO
CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012
AULA 2
Mostrar o cartaz da Cf 2012.
Ler Lc 10, 29-37 – A parábola do Bom Samaritano (folha)

O Bom Samaritano


       Certo dia, um homem, intérprete da lei se levantou e com o intuito de por Jesus à prova , disse-lhe: " Mestre, que farei para herdar a vida eterna ?"
      Jesus lhe respondeu com uma pergunta. Que está escrito na lei? Respondeu ele : Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento.  E amarás o teu próximo como a  ti mesmo.
      Disse Jesus: "Respondeste corretamente. Faze isto e viverás"
     "E quem é o meu próximo?" - perguntou o fariseu
      Jesus então contou-lhe a seguinte estória.
      Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, e veio a cair nas mãos de salteadores.
       Estes, depois de tudo lhe roubarem e lhe causar muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o quase morto.
       Descia por ali um Sacerdote que vendo o homem ferido e caído ao chão, passou ao largo. 
      Semelhante ao Sacerdote, passou um Levita, que descia por aquele lugar e vendo-o, também passou ao largo
        Certo Samaritano, que seguia o seu caminho, passou perto e vendo-o compadeceu-se dele.
            Aproximando-se tratou-lhe as feridas, colocou-o sobre o seu próprio animal , levou-o para uma hospedaria e tratou dele.
       No dia seguinte, tirou de sua bolsa, dois denários e os entregou ao hospedeiro dizendo: cuida bem deste homem e, se necessitar alguma coisa a mais, eu te indenizarei quando voltar.
       Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?
      Respondeu-lhe o interprete da Lei. “O que usou de misericórdia para com o pobre homem.”
      
Disse Jesus: "Muito bem, então vai e procede tu, de igual maneira."
Passar no quadro.
O cartaz da CF 2012 atualiza este encontro do Bom Samaritano com o doente que necessita de cuidado. A mão do profissional da saúde, segurando as mãos da pessoa doente, afasta a cultura da morte e visibiliza a acolhida entre irmãos (o próximo). A cruz recorda a salvação que Jesus Cristo nos conquistou. A alegria do encontro recorda aos profissionais da saúde que foram escolhidos para atualizarem a atitude do Bom Samaritano em relação aos enfermos, para possibilitar atendimento digno, para que a saúde se difunda sobre a Terra.
Todos os seres humanos são irmãos porque são filhos de Deus. Ser irmão é ser fraterno. Como irmãos, precisam se ajudar uns aos outros. Isso é fraternidade. A Campanha da Fraternidade é um tempo para crescer na fé e sermos solidários com os irmãos.
Este ano a Campanha deseja sensibilizar a todos a dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de Saúde Pública condizente com suas necessidades e dignidade. É uma realidade que clama por ações transformadoras. A conversão pede que as estruturas de morte sejam transformadas.
A Igreja, nessa quaresma, à luz da Palavra de Deus, deseja iluminar a dura realidade da Saúde Pública e levar os discípulos-missionários a serem consolo na doença, na dor, no sofrimento e na morte. E, ao mesmo tempo, exigir que os pobres tenham um atendimento digno em relação à saúde.
O samaritano faz o papel de Jesus, movido pela compaixão diante de um acontecimento da vida, do dia a dia. O desafio para fazer o bem surge quando menos se espera. Jesus pede que olhemos para a realidade, para a vida. Com sua graça, vamos converter nossa vida procurando “Ter em nós os mesmos sentimentos que animavam Jesus”. (Fl 2,5).

O Bom Samaritano




       Certo dia, um homem, intérprete da lei se levantou e com o intuito de por Jesus à prova , disse-lhe: " Mestre, que farei para herdar a vida eterna ?"
      Jesus lhe respondeu com uma pergunta. Que está escrito na lei? Respondeu ele : Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento.  E amarás o teu próximo como a  ti mesmo.
      Disse Jesus: "Respondeste corretamente. Faze isto e viverás"
     "E quem é o meu próximo?" - perguntou o fariseu
      Jesus então contou-lhe a seguinte estória.
      Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, e veio a cair nas mãos de salteadores.
       Estes, depois de tudo lhe roubarem e lhe causar muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o quase morto.
       Descia por ali um Sacerdote que vendo o homem ferido e caído ao chão, passou ao largo. 
      Semelhante ao Sacerdote, passou um Levita, que descia por aquele lugar e vendo-o, também passou ao largo
        Certo Samaritano, que seguia o seu caminho, passou perto e vendo-o compadeceu-se dele.
            Aproximando-se tratou-lhe as feridas, colocou-o sobre o seu próprio animal , levou-o para uma hospedaria e tratou dele.
       No dia seguinte, tirou de sua bolsa, dois denários e os entregou ao hospedeiro dizendo: cuida bem deste homem e, se necessitar alguma coisa a mais, eu te indenizarei quando voltar.
       Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?
      Respondeu-lhe o interprete da Lei. “O que usou de misericórdia para com o pobre homem.”
      Disse Jesus: "Muito bem, então vai e procede tu, de igual maneira."

O Bom Samaritano



       Certo dia, um homem, intérprete da lei se levantou e com o intuito de por Jesus à prova , disse-lhe: " Mestre, que farei para herdar a vida eterna ?"
      Jesus lhe respondeu com uma pergunta. Que está escrito na lei? Respondeu ele : Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento.  E amarás o teu próximo como a  ti mesmo.
      Disse Jesus: "Respondeste corretamente. Faze isto e viverás"
     "E quem é o meu próximo?" - perguntou o fariseu
      Jesus então contou-lhe a seguinte estória.
      Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, e veio a cair nas mãos de salteadores.
       Estes, depois de tudo lhe roubarem e lhe causar muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o quase morto.
       Descia por ali um Sacerdote que vendo o homem ferido e caído ao chão, passou ao largo. 
      Semelhante ao Sacerdote, passou um Levita, que descia por aquele lugar e vendo-o, também passou ao largo
        Certo Samaritano, que seguia o seu caminho, passou perto e vendo-o compadeceu-se dele.
            Aproximando-se tratou-lhe as feridas, colocou-o sobre o seu próprio animal , levou-o para uma hospedaria e tratou dele.
       No dia seguinte, tirou de sua bolsa, dois denários e os entregou ao hospedeiro dizendo: cuida bem deste homem e, se necessitar alguma coisa a mais, eu te indenizarei quando voltar.
       Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos salteadores?
      Respondeu-lhe o interprete da Lei. “O que usou de misericórdia para com o pobre homem.”
      Disse Jesus: "Muito bem, então vai e procede tu, de igual maneira."
A águia e a galinha
Era uma vez um camponês que pegou um filhote de águia e o colocou no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas, embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista e, enquanto passeavam ele viu á águia e disse:
_ Esse pássaro aí não é galinha, mas uma águia.
_ De fato – disse o camponês. É águia, mas eu criei como galinha.
_ Não – retrucou o naturalista. Ela é, e sempre será uma águia. Pois tem coração de águia. Esse coração a fará um dia voar às alturas.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a,
disse:
_ Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:
_ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
_ Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.
E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente.
Por mais uma vez ele experimento e a águia voltou para junto das galinhas.
No dia seguinte, o naturalista pegou a águia e a levou para o alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto, na direção do sol e ordenou-lhe:
_ Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida, mas o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
(Leonardo Boff)
Conclusão
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Busca as alturas, o sol; foi feita para grandes ideais e os grandes sentimentos. Muitas vezes, porém, fica presa a coisas como uma galinha ciscando no galinheiro. Não nascemos só para cuidar de comida, roupa... As duas condições são essenciais para a realização humana. Criados à imagem e semelhança de Deus, temos que buscar sempre a perfeição, a nossa conversão, mas sempre sabedores de nossa pequenez.
A cada ano a Campanha da Fraternidade faz importantes reflexões sobre alguma problemática que aflige nossa sociedade.
Neste ano a CF nos convida a pensar na SAÚDE PÚBLICA. (mostrar o cartaz)
Tema: Fraternidade e a Saúde Pública
Lema: “Que a saúde se difunda sobre a Terra”.
A águia e a galinha
Era uma vez um camponês que pegou um filhote de águia e o colocou no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas, embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista e, enquanto passeavam ele viu á águia e disse:
_ Esse pássaro aí não é galinha, mas uma águia.
_ De fato – disse o camponês. É águia, mas eu criei como galinha.
_ Não – retrucou o naturalista. Ela é, e sempre será uma águia. Pois tem coração de águia. Esse coração a fará um dia voar às alturas.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a,
disse:
_ Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:
_ Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
_ Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.
E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente.
Por mais uma vez ele experimento e a águia voltou para junto das galinhas.
No dia seguinte, o naturalista pegou a águia e a levou para o alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto, na direção do sol e ordenou-lhe:
_ Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida, mas o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
(Leonardo Boff)
Conclusão
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Busca as alturas, o sol; foi feita para grandes ideais e os grandes sentimentos. Muitas vezes, porém, fica presa a coisas como uma galinha ciscando no galinheiro. Não nascemos só para cuidar de comida, roupa... As duas condições são essenciais para a realização humana. Criados à imagem e semelhança de Deus, temos que buscar sempre a perfeição, a nossa conversão, mas sempre sabedores de nossa pequenez.
A cada ano a Campanha da Fraternidade faz importantes reflexões sobre alguma problemática que aflige nossa sociedade.
Neste ano a CF nos convida a pensar na SAÚDE PÚBLICA. (mostrar o cartaz)
Tema: Fraternidade e a Saúde Pública
Lema: “Que a saúde se difunda sobre a Terra”.

 

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Atividades de Ensino Religioso

quinta-feira, 3 de junho de 2010


Atividades de Ensino Religioso

segunda-feira, 8 de março de 2010


Atividades de Ensino Religioso



  





 


  

        



   







200 ATIVIDADES DE ENSINO RELIGIOSO





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