terça-feira, 13 de março de 2012

Fábulas

SEQUENCIA DIDÁTICA PARA TRABALHAR COM AS FÁBULAS

 A raposa e as uvas




3.  http://www.youtube.com/watch?v=CoLQZPh66es

4. http://www.youtube.com/watch?v=6CKat_3zdt8   

5.  http://www.youtube.com/watch?v=jG1e2-l7cd0

Atividades


2.  http://desenhoscolorir.org/raposa/



O Pequeno prícipe



2. http://www.youtube.com/watch?v=H9pwySDaHVY

3. http://www.youtube.com/watch?v=GfOIj36_y2A




ENCONTREI ESSA SEQUÊNCIA NO BLOG http://dyrcene.blogspot.com/2009/06/sugestoes-de-atividades.html


A fábula pode ser vista como um excelente exercício de reflexão sobre o comportamento


humano e as vicissitudes da vida, e não como uma forma de inculcar no leitor certas “verdades”. Do ponto de vista pedagógico, essa atividade de leitura exige a participação ativa do professor, pois ele deve estimular os alunos a se posicionarem criticamente diante do texto, pedindo-lhes que comentem as ações dos personagens e que reflitam sobre a situação apresentada, relacionando-a com fatos da vida real.


Por isso, a fábula não é um gênero que se destina exclusivamente ao leitor infantil. Ao contrário, nascida como fruto da observação do comportamento dos adultos, rende muito quando lida e estudada por leitores mais experientes, permitindo bons debates em sala de aula.




Atividade 1 – Construindo a compreensão do gênero


O professor distribui para cada grupo duas ou três fichas de cartolina, com um provérbio conhecido, esclarecendo que este é um tipo de frase lapidar, concisa e com um sentido exato e que apresenta um ensinamento proveniente da sabedoria popular. Entrega também fichas em branco para que os grupos acrescentem outras frases por eles conhecidas no mesmo estilo. Após uma pequena discussão, o grupo deve eleger a frase que, para a maioria, é a mais significativa, fazendo uma pequena exposição dos motivos e/ou ilustrando-a com situações cotidianas. Abaixo estão relacionados alguns exemplos de provérbios, com os nomes das respectivas fábulas a que se referem:


OBSERVAÇÃO: Ao distribuir as fichas com os provérbios, o professor deve ter o cuidado de não fazer a indicação dos títulos das fábulas, pois este conhecimento será inferido pelos próprios alunos.




Atividade 2 – Leitura de fábulas


O professor distribui para cada grupo duas ou três fábulas diferentes, as quais ilustram as morais anteriormente apresentadas. Os grupos trocam os textos entre si, até que todos tenham lido todas as fábulas. A atividade tem o propósito de familiarizar os alunos com a forma e a linguagem do gênero, além de ampliar o seu repertório.


Atividade 3 – Definindo a fábula


O professor solicita aos alunos que apontem, oralmente, características comuns a todos os textos lidos. O professor poderá fazer perguntas que chamem atenção para aspectos como brevidade da história, presença de personagens animais que agem como seres humanos, ausência de indicações precisas de tempo e espaço, explicitação de uma moral.






Formule agora um conceito para esse tipo de texto:


Fábula é _____________________________________________________________


Atividade 4 – Descobrindo significados


Procure no dicionário alguns significados da palavra “moral”.


a)________________________________________________________________________


b)________________________________________________________________________


c) _______________________________________________________________________


d) _______________________________________________________________________


e) _______________________________________________________________________






Atividade 5 – Estabelecendo valores


Complete o quadro abaixo, apontando, a partir da discussão com seus colegas de grupo, aqueles valores que, na opinião de vocês, são, em geral, aceitos pela sociedade, em oposição àqueles que são condenados:




Leitura compreensiva e interpretativa do texto


Atividade 6 – Leitura dramatizada da fábula “O lobo e o cordeiro”


A razão do mais forte é a que vence no final


(nem sempre o Bem derrota o Mal).


Um cordeiro a sede matava


nas águas limpas de um regato.


Eis que se avista um lobo que por lá passava


em forçado jejum, aventureiro inato,


e lhe diz irritado: - "Que ousadia


a tua, de turvar, em pleno dia,


a água que bebo! Hei de castigar-te!"


- "Majestade, permiti-me um aparte" -


diz o cordeiro. - "Vede


que estou matando a sede


água a jusante,


bem uns vinte passos adiante


de onde vos encontrais. Assim, por conseguinte,


para mim seria impossível


cometer tão grosseiro acinte."


- "Mas turvas, e ainda mais horrível


foi que falaste mal de mim no ano passado.


- "Mas como poderia" - pergunta assustado


o cordeiro -, "se eu não era nascido?"


- "Ah, não? Então deve ter sido


teu irmão." - "Peço-vos perdão


mais uma vez, mas deve ser engano,


pois eu não tenho mano."


- "Então, algum parente: teus tios, teus pais. . .


Cordeiros, cães, pastores, vós não me poupais;


por isso, hei de vingar-me" - e o leva até o recesso


da mata, onde o esquarteja e come sem processo.

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